Os smartphones e tablets estão entre os produtos tecnológicos mais consumidos do momento e, naturalmente, não poderiam ficar de fora da lista de destaques na CES 2014, feira de tecnologia que teve fim nesta última sexta-feira (10), em Las Vegas (EUA). Ao longo desta semana, grandes empresas como Samsung, Sony, Panasonic e LG trouxeram suas novidades no ramo de dispositivos móveis.
Os Xperia Z1S e Xperia Compact, lançamentos da Sony, ganharam um destaque interessante entre os demais smartphones da feira. O primeiro é um upgrade do Z1, enquanto o segundo é uma versão “mini” dele. O Z1S tem somente a memória interna maior do que a do antecessor, com 32 GB. O resto é igual: tela de 5 polegadas, um processador quad-core de 2,2 GHz, bateria de 3.000 mAh e câmera de 20,7 megapixels.
Já o Xperia Compact tem tela de 4,3 polegadas e apenas 127 x 64,9 x 9,5 mm. Possui o poderoso Snapdragon 800 e 2 GB de RAM, além de câmera com 20,7 megapixels. Uma configuração bem acima da média para os produtos “mini”, que costumam ser menores não só em tamanho como em hardware do que os modelos originais.
As telas curvadas, grande moda do momento, também deram as caras nos celulares, e foram representadas pelo LG G Flex, da LG. Com o display não somente curvilíneo como flexível, ele pode ser “entortado” sem receber danos. O visual é semelhante ao do G2, e ele tem tela de 6 polegadas HD e processador quad-core de 2,6 GHz.
O TechTudo testou também uma das grandes novidades que o G Flex traz para o mercado, o "poder" de se curar de arranhões do dia a dia.
O Meizu MX3, chinês que não deve chegar ao Brasil, foi outro destaque da feira com as suas características: tela de 5,1 polegadas HD, processador quad-core, 2 GB de RAM e memória de 16 GB, 32 GB, 64 GB ou 128 GB. O visual arrojado e com várias opções de cores também causou boa impressão.
Foblets também marcam presença
Além dos smartphones, dois foblets causaram uma grande expectativa nesta CES 2014. O Ascend Mate 2, da Huawei, foi um deles. Concorrente do Note 3 e Optimus G Pro, chega com tela de 6,1 polegadas de alta definição ocupando 79% da parte frontal, processador quad-core, 2 GB de RAM e uma incrível bateria de 4.050 mAh.
Além disso, tem câmera frontal de 5 megapixels e traseira de 13 megapixels. Porém, seu preço e a data de lançamento não foram revelados. É improvável que ele chegue às lojas do Brasil.
Tradutor
Páginas
Notícias sobre Celulares
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
O que esperar do Samsung Galaxy S5
Com o passar dos meses após o lançamento do Galaxy S4, consumidores e imprensa especializada começaram a se perguntar como seria o sucessor do aparelho da Samsung. O Galaxy S5 é praticamente uma certeza, já que diversos rumores apontam a sua fabricação e desenvolvimento por parte da empresa coreana.
Pensando em uma forma de trazer todas as informações disponíveis sobre o aparelho, resolvemos listar alguns pontos que podem se confirmar durante o lançamento do S5.
Design
O visual do Galaxy S5 ainda é um mistério, já que a internet se divide em rumores que indicam que ele continuará com o mesmo visual já visto na linha, enquanto outros afirmam que a Samsung deve inovar um pouco e apresentar um novo estilo para o smartphone.
Boatos indicam que o Galaxy S5 será vendido em duas versões: uma com corpo de plástico e outra com o corpo metálico.
Os rumores colocam os smartphones com preços de 600 euros (aproximadamente R$ 1.931) para o modelo de plástico e 800 euros (R$ 2.574) para o de metal. Não se sabe se o aparelho metálico será lançado como Galaxy S5 ou se assumirá o nome Galaxy F, como alguns boatos que circulam pela internet afirmam.
Especificações
O Galaxy S5 deve contar com um display Super AMOLED de 5,25 polegadas e resolução de 2560x1440. A câmera traseira do aparelho deve ter 16 megapixels, sendo que ainda é um mistério se ela terá um estabilizador de imagens ou não.
O processador utilizado pela Samsung no novo aparelho deve ser o Exynos 6 ou um Snapdragon 805, podendo se tornar um dos primeiros telefones a utilizar o chip da Qualcomm, trazendo um desempenho bem melhor que o visto no Snapdragon 800.
Alguns sites acreditam que o Exynos 6 deve ser usado no modelo metálico do Galaxy, trazendo suporte 64 bits ao aparelho, enquando a CPU Snapdragon seria utilizada na versão de plástico do smartphone. Vale lembrar que a edição com o processador da Qualcomm deve ser a mesma lançada em territórios internacionais (inclusive no Brasil).
Alguns rumores também falam que o Galaxy S5 pode ter um sensor ocular, enquanto outros apontam a instalação de um leitor biométrico no aparelho. Na questão de software, o smartphone será lançado com a versão KitKat (4.4) do Android.
De maneira resumida, as especificações técnicas do Galaxy S5 seriam as seguintes:
Display: Super AMOLED de 5,25 polegadas e resolução de 2560x1440
Processador: Exynos 6 ou Snapdragon 805
Câmera: 16 megapixels (traseira)
Sistema operacional: Android 4.4 KitKat
Corpo: metálico (pode se chamar Galaxy F) e plástico
Mais aparelhos da família Galaxy
Junto com o S5, a Samsung supostamente estaria preparando o Galaxy S5 Mini e o S5 Zoom. Esses smartphones seriam lançados algum tempo depois da chegada do S5 às lojas de todo mundo. Os únicos detalhes disponíveis na internet sobre os dois aparelhos é que eles serão lançados com o Android 4.4 KitKat e devem ter um display Super AMOLED.
A revelação do Galaxy S5 deve ser feita em março, época em que deve acontecer um novo evento global da Samsung. O S5 Zoom e o S5 Mini devem ser mostrados ao mundo em maio e junho, respectivamente.
Pensando em uma forma de trazer todas as informações disponíveis sobre o aparelho, resolvemos listar alguns pontos que podem se confirmar durante o lançamento do S5.
Design
O visual do Galaxy S5 ainda é um mistério, já que a internet se divide em rumores que indicam que ele continuará com o mesmo visual já visto na linha, enquanto outros afirmam que a Samsung deve inovar um pouco e apresentar um novo estilo para o smartphone.
Boatos indicam que o Galaxy S5 será vendido em duas versões: uma com corpo de plástico e outra com o corpo metálico.
Os rumores colocam os smartphones com preços de 600 euros (aproximadamente R$ 1.931) para o modelo de plástico e 800 euros (R$ 2.574) para o de metal. Não se sabe se o aparelho metálico será lançado como Galaxy S5 ou se assumirá o nome Galaxy F, como alguns boatos que circulam pela internet afirmam.
Especificações
O Galaxy S5 deve contar com um display Super AMOLED de 5,25 polegadas e resolução de 2560x1440. A câmera traseira do aparelho deve ter 16 megapixels, sendo que ainda é um mistério se ela terá um estabilizador de imagens ou não.
O processador utilizado pela Samsung no novo aparelho deve ser o Exynos 6 ou um Snapdragon 805, podendo se tornar um dos primeiros telefones a utilizar o chip da Qualcomm, trazendo um desempenho bem melhor que o visto no Snapdragon 800.
Alguns sites acreditam que o Exynos 6 deve ser usado no modelo metálico do Galaxy, trazendo suporte 64 bits ao aparelho, enquando a CPU Snapdragon seria utilizada na versão de plástico do smartphone. Vale lembrar que a edição com o processador da Qualcomm deve ser a mesma lançada em territórios internacionais (inclusive no Brasil).
Alguns rumores também falam que o Galaxy S5 pode ter um sensor ocular, enquanto outros apontam a instalação de um leitor biométrico no aparelho. Na questão de software, o smartphone será lançado com a versão KitKat (4.4) do Android.
De maneira resumida, as especificações técnicas do Galaxy S5 seriam as seguintes:
Display: Super AMOLED de 5,25 polegadas e resolução de 2560x1440
Processador: Exynos 6 ou Snapdragon 805
Câmera: 16 megapixels (traseira)
Sistema operacional: Android 4.4 KitKat
Corpo: metálico (pode se chamar Galaxy F) e plástico
Mais aparelhos da família Galaxy
Junto com o S5, a Samsung supostamente estaria preparando o Galaxy S5 Mini e o S5 Zoom. Esses smartphones seriam lançados algum tempo depois da chegada do S5 às lojas de todo mundo. Os únicos detalhes disponíveis na internet sobre os dois aparelhos é que eles serão lançados com o Android 4.4 KitKat e devem ter um display Super AMOLED.
A revelação do Galaxy S5 deve ser feita em março, época em que deve acontecer um novo evento global da Samsung. O S5 Zoom e o S5 Mini devem ser mostrados ao mundo em maio e junho, respectivamente.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
WhatsApp para PC é golpe que rouba dados bancários de vítimas
O WhatsApp é um dos mensageiros mais populares do mundo, sendo compatível com diversas plataformas mobile. Mas ele fica por aí mesmo, já que não há versões oficiais para sistemas operacionais tradicionais, como Windows ou OS X. Sendo assim, se você recebeu algum email contradizendo esta informação, prometendo instalar o app em seu PC com Windows, fique atento. Há grandes chances de se tratar de um trojan desenvolvido para roubar dados bancários das vítimas.
O email em questão está sendo divulgado por todo o país e mostra seu corpo da forma como está representado na imagem acima. Quem clica no botão de download recebe um arquivo chamado “Win32/Spy.Banker.AALL”, um trojan.
A ESET América Latina, uma empresa de segurança virtual, identificou a ameaça e, em seguida, divulgou as reais intenções deste email malicioso. De acordo com a ESET, centenas de brasileiros já podem ter caído no golpe, mas não há dados precisos sobre os danos do trojan.
Sem perigo
Caso você realmente deseje utilizar o serviço em seu computador, é possível simular o ambiente do Android no Windows seguindo os passos deste tutorial do Tecmundo. Ainda assim, não é permitido manter dois aparelhos funcionando ao mesmo tempo com a mesma conta no serviço, ou seja, com números de telefone iguais.
O email em questão está sendo divulgado por todo o país e mostra seu corpo da forma como está representado na imagem acima. Quem clica no botão de download recebe um arquivo chamado “Win32/Spy.Banker.AALL”, um trojan.
A ESET América Latina, uma empresa de segurança virtual, identificou a ameaça e, em seguida, divulgou as reais intenções deste email malicioso. De acordo com a ESET, centenas de brasileiros já podem ter caído no golpe, mas não há dados precisos sobre os danos do trojan.
Sem perigo
Caso você realmente deseje utilizar o serviço em seu computador, é possível simular o ambiente do Android no Windows seguindo os passos deste tutorial do Tecmundo. Ainda assim, não é permitido manter dois aparelhos funcionando ao mesmo tempo com a mesma conta no serviço, ou seja, com números de telefone iguais.
ZTE exibe seu conceito de smartphone modular na CES 2014
A Motorola surpreendeu a todos há alguns meses quando anunciou seus planos para desenvolver um smartphone modular por meio de uma parceria chamada Project Ara, mas até o momento não sabemos sequer a aparência de um protótipo do dispositivo. Durante a CES, no entanto, a ZTE está exibindo seu próprio conceito de celular em módulos, intitulado Eco-Mobius.
O modelo pode ser visto trancado por trás de uma proteção de vidro, da qual os expositores estavam proibidos de removê-lo para permitir uma observação mais detalhada. Ainda assim, o conceito mostra bem como usuários poderiam substituir os módulos de câmera, bateria, tela e demais componentes centrais (CPU, GPU, RAM e armazenamento, por exemplo).
O design é bastante interessante, com todos os componentes encaixados juntos dentro de uma estrutura de plástico que exibe convenientemente quão modular o celular é. No entanto o Eco-Mobius por enquanto é apenas um exemplo de como seria o visual de um aparelho desses.
Um representante da ZTE esclareceu que a companhia não está desenvolvendo o smartphone, embora seus engenheiros possam estar trabalhando para resolver as numerosas dificuldades que devem ser superadas antes que um dispositivo desse tipo possa se tornar realidade. A fabricante anunciou o Eco-Mobius no final de 2013, mas essa é a primeira vez que ele é exibido publicamente.
No estande da companhia na CES, tanto um conceito de smartphone como um de tablet podem ser vistos, seguindo a ideia da ZTE de dispositivos que reduzam o lixo produzido pela troca de aparelhos (daí vem o “Eco” no nome). Quando anunciou o aparelho, a empresa disse que imaginava um futuro em que usuários poderiam trocar a câmera conforme sua necessidade fotográfica ou fazer upgrades nos seus celulares quando se tornassem obsoletos.
Embora a ZTE esteja apenas nos tentando com a ideia, a Motorola parece comprometida com a ideia de módulos. Mês passado, o CEO da empresa Dennis Woodside afirmou que ele vê o projeto Ara como o futuro do programa de customização Moto Maker da companhia. Além disso, eles contrataram um parceiro de fabricação em novembro e já existe um protótipo interno do dispositivo. Por enquanto, só nos resta continuar sonhando com um futuro modular.
O modelo pode ser visto trancado por trás de uma proteção de vidro, da qual os expositores estavam proibidos de removê-lo para permitir uma observação mais detalhada. Ainda assim, o conceito mostra bem como usuários poderiam substituir os módulos de câmera, bateria, tela e demais componentes centrais (CPU, GPU, RAM e armazenamento, por exemplo).
O design é bastante interessante, com todos os componentes encaixados juntos dentro de uma estrutura de plástico que exibe convenientemente quão modular o celular é. No entanto o Eco-Mobius por enquanto é apenas um exemplo de como seria o visual de um aparelho desses.
Um representante da ZTE esclareceu que a companhia não está desenvolvendo o smartphone, embora seus engenheiros possam estar trabalhando para resolver as numerosas dificuldades que devem ser superadas antes que um dispositivo desse tipo possa se tornar realidade. A fabricante anunciou o Eco-Mobius no final de 2013, mas essa é a primeira vez que ele é exibido publicamente.
No estande da companhia na CES, tanto um conceito de smartphone como um de tablet podem ser vistos, seguindo a ideia da ZTE de dispositivos que reduzam o lixo produzido pela troca de aparelhos (daí vem o “Eco” no nome). Quando anunciou o aparelho, a empresa disse que imaginava um futuro em que usuários poderiam trocar a câmera conforme sua necessidade fotográfica ou fazer upgrades nos seus celulares quando se tornassem obsoletos.
Embora a ZTE esteja apenas nos tentando com a ideia, a Motorola parece comprometida com a ideia de módulos. Mês passado, o CEO da empresa Dennis Woodside afirmou que ele vê o projeto Ara como o futuro do programa de customização Moto Maker da companhia. Além disso, eles contrataram um parceiro de fabricação em novembro e já existe um protótipo interno do dispositivo. Por enquanto, só nos resta continuar sonhando com um futuro modular.
Gigabyte lança um poderoso laptop fino para games, o Aorus X7
A Razer pode estar entre os pioneiros na ideia de espremer os laptops de games para fazê-los caber em pequenos espaços, mas a Gigabyte está disposta a tentar elevar o desafio a um novo patamar. A companhia anunciou recentemente o Aorus X7, um aparelho com 2,29 cm de espessura que é o principal produto da nova marca da empresa para PCs de jogos, contando com especificações bastante poderosas.
O novo computador de 17,3 polegadas conta com duas GPUs NVIDIA GeForce GTX 765M junto a um processador quad-core Intel Core i7-4700HQ. Além disso, ele vem com 32 GB de memória RAM, um par de SSDs totalizando 512 GB e um disco rígido de 1 TB. Para esfriar tudo isso, o dispositivo vem com dois coolers, quatro aberturas para entrada de ar e cinco dutos termais.
No que diz respeito à conectividade, a máquina vem com HDMI dual, uma Mini DisplayPort e um conector VGA que permite ligar até três monitores adicionais à tela do laptop, que tem resolução de 1080p. Entre os recursos mais voltados aos jogos estão botões dedicados a macros no teclado retroiluminado, uma placa de rede wireless 802.11ac e um chip Killer de LAN. Nada foi dito a respeito da duração da bateria, que não deve ser longa.
Preço da relíquia
Se há algo duvidoso com relação ao Aorus X7, certamente é a linha tomada por sua campanha de marketing, inspirada no Egito Antigo. Além disso, também soa cômico o uso de frases como “o touchpad de vidro com cobertura a prova de impressões digitais denota a visão clara do comandante em meio ao caos e ao tumulto” e “a insígnia metálica de águia prateada e as 3 cristas moldadas simbolizam um feroz porém rápido ataque vindo de grandes alturas”.
Propagandas a parte, a Gigabyte afirma que o aparelho deve chegar às lojas em março deste ano, com preço estimado indo de US$ 2.100 a US$ 2.800 (algo entre cerca de R$ 4.979 e R$ 6.638, sem impostos). Você pode ver as especificações do dispositivo a seguir e mais fotos na galeria no fim da matéria.
Especificações Técnicas
Tela: display LCD de 17,3 polegadas com resolução Full HD (1920x1080);
Sistema operacional: Windows 7 Home Premium, 7 Professional, 8.1 ou 8.1 Pro;
CPU: processador Intel Core i7-4700HQ de 2,4 a 3,4 GHz;
GPU: NIVIDIA GeForce GTX 765M GDDR5 4GB dual;
Memória RAM: quatro entradas para pentes DDR3L 1600 de 4 ou 8 GB (máximo de 32 Gb no total);
Armazenamento: duas entradas para SSD mSATA de 128 ou 256 GB e um HDD de 500 GB a 1 TB;
Conectores: três entradas USB 3.0, duas USB 2.0, HDMI dual, Mini DisplayPort, leitor de cartões SD, D-sub e RJ45;
Comunicações: chip Killer de LAN, placa wireless 802.11ac e Bluetooth V4.0;
Dimensões (L x P x A): 39,2 x 26,3 x 2,29 cm;
Peso: aproximadamente 2,9 kg.
O novo computador de 17,3 polegadas conta com duas GPUs NVIDIA GeForce GTX 765M junto a um processador quad-core Intel Core i7-4700HQ. Além disso, ele vem com 32 GB de memória RAM, um par de SSDs totalizando 512 GB e um disco rígido de 1 TB. Para esfriar tudo isso, o dispositivo vem com dois coolers, quatro aberturas para entrada de ar e cinco dutos termais.
No que diz respeito à conectividade, a máquina vem com HDMI dual, uma Mini DisplayPort e um conector VGA que permite ligar até três monitores adicionais à tela do laptop, que tem resolução de 1080p. Entre os recursos mais voltados aos jogos estão botões dedicados a macros no teclado retroiluminado, uma placa de rede wireless 802.11ac e um chip Killer de LAN. Nada foi dito a respeito da duração da bateria, que não deve ser longa.
Preço da relíquia
Se há algo duvidoso com relação ao Aorus X7, certamente é a linha tomada por sua campanha de marketing, inspirada no Egito Antigo. Além disso, também soa cômico o uso de frases como “o touchpad de vidro com cobertura a prova de impressões digitais denota a visão clara do comandante em meio ao caos e ao tumulto” e “a insígnia metálica de águia prateada e as 3 cristas moldadas simbolizam um feroz porém rápido ataque vindo de grandes alturas”.
Propagandas a parte, a Gigabyte afirma que o aparelho deve chegar às lojas em março deste ano, com preço estimado indo de US$ 2.100 a US$ 2.800 (algo entre cerca de R$ 4.979 e R$ 6.638, sem impostos). Você pode ver as especificações do dispositivo a seguir e mais fotos na galeria no fim da matéria.
Especificações Técnicas
Tela: display LCD de 17,3 polegadas com resolução Full HD (1920x1080);
Sistema operacional: Windows 7 Home Premium, 7 Professional, 8.1 ou 8.1 Pro;
CPU: processador Intel Core i7-4700HQ de 2,4 a 3,4 GHz;
GPU: NIVIDIA GeForce GTX 765M GDDR5 4GB dual;
Memória RAM: quatro entradas para pentes DDR3L 1600 de 4 ou 8 GB (máximo de 32 Gb no total);
Armazenamento: duas entradas para SSD mSATA de 128 ou 256 GB e um HDD de 500 GB a 1 TB;
Conectores: três entradas USB 3.0, duas USB 2.0, HDMI dual, Mini DisplayPort, leitor de cartões SD, D-sub e RJ45;
Comunicações: chip Killer de LAN, placa wireless 802.11ac e Bluetooth V4.0;
Dimensões (L x P x A): 39,2 x 26,3 x 2,29 cm;
Peso: aproximadamente 2,9 kg.
sábado, 11 de janeiro de 2014
LG G Flex: primeiras impressões
A LG apresentou, durante a CES 2014, o seu primeiro smartphone com tela curva. Trata-se do LG G Flex, um dispositivo curioso que despertou o interesse de quem teve a oportunidade de vê-lo de perto.
A tela do LG G Flex é feita de um plástico super-resistente e utiliza a tecnologia P-OLED. Para completar, ela possui 6 polegadas, o que coloca o aparelho já na categoria dos phablets.
E é justamente aí que entra a principal vantagem de a tela ser curva: o formato do G Flex faz com que ele se adapte perfeitamente ao seu rosto, tornando a tarefa de falar pelo telefone mais eficiente, já que o microfone fica mais próximo da boca que em dispositivos tradicionais.
O hardware do aparelho não é modesto. O chipset é um Snapdragon 800 de 2,26 GHz e ele possui 2 GB de memória RAM. Para o armazenamento, são 32 GB, nada de cartão de memória. O processamento dos gráficos fica por conta do Adreno 330.
Manusear o LG G Flex é muito mais simples do que parece. Mesmo que uma tela curva pareça dificultar um pouco a navegação pelo sistema em um primeiro momento, a adaptação é bastante rápida.
O modelo já está disponível na Coreia do Sul e ainda não tem data para chegar ao Brasil.
A tela do LG G Flex é feita de um plástico super-resistente e utiliza a tecnologia P-OLED. Para completar, ela possui 6 polegadas, o que coloca o aparelho já na categoria dos phablets.
E é justamente aí que entra a principal vantagem de a tela ser curva: o formato do G Flex faz com que ele se adapte perfeitamente ao seu rosto, tornando a tarefa de falar pelo telefone mais eficiente, já que o microfone fica mais próximo da boca que em dispositivos tradicionais.
O hardware do aparelho não é modesto. O chipset é um Snapdragon 800 de 2,26 GHz e ele possui 2 GB de memória RAM. Para o armazenamento, são 32 GB, nada de cartão de memória. O processamento dos gráficos fica por conta do Adreno 330.
Manusear o LG G Flex é muito mais simples do que parece. Mesmo que uma tela curva pareça dificultar um pouco a navegação pelo sistema em um primeiro momento, a adaptação é bastante rápida.
O modelo já está disponível na Coreia do Sul e ainda não tem data para chegar ao Brasil.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Carl “CJ” Johnson em GTA V
Em uma entrevista, Shawn "Solo" Fonteno, dublador de Franklin no jogo, deu a entender que o personagem CJ, de GTA San Andreas, pode voltar em GTA V em um futuro DLC. O jeito é aguardar uma posição oficial da Rockstar.
Review: ZombiU
Primeiro jogo de zumbis do Wii U, um dos primeiros títulos disponíveis para o console, ZombiU se passa numa Londres povoada por zumbis, onde você é um sobrevivente que ao acaso se vê guiado por uma pessoa misteriosa que aparenta ter mais respostas do que diz e prova ser no mínimo uma pessoa com vasta experiência no campo de batalha.
O jogo é bem mais difícil do que parece, quem jogar subestimando o jogo em nome do console vai passar por maus bocados. Os zumbis são bem resistentes os recursos dos sobreviventes são bem escassos. A utilização do gamepad é de suma importância no jogo e é bem trabalhada e explorada. Através dele você controla sua mochila, tem acesso ao mapa, procura por itens no local e desenvolve minigames que fazem parte do jogo. Existem dois modos de jogo, o Normal, onde cada vez que você morre você passa a jogar com outro sobrevivente (não antes de ouvir o seu “guia” lamentar sua morte) e o modo hardcore onde se você morrer, morreu mesmo, recomeça da estaca zero e fim de papo.
As missões tutoriais do jogo já são bem difíceis, parte pela jogabilidade, que não é nada de excepcional, mas em maior parte pelas hordas extremamente resistentes.
Em resumo, ZombiU é um jogo que vale a pena ser jogado e que com certeza vai tirar algumas horas de sono.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
O que é keylogger?
Mesmo na época atual em que a segurança digital é uma preocupação constante, pessoas com um bom conhecimento de informática e disposição para cometer atos ilícitos utilizam as mais diversas ferramentas para tentar ter acesso a áreas e dados sigilosos. Entre os “truques” mais utilizados pelos crackers está o keylogger, um programinha capaz de gravar tudo o que uma pessoa desavisada digitar no teclado, incluindo senhas de acesso a sites bancários. Continue ligado neste artigo do Tecmundo e descubra um pouco mais sobre os esses programas e como você pode se defender deles.
Para que serve
Keyloggers são aplicativos ou dispositivos que ficam em execução em um determinado computador para monitorar todas as entradas do teclado. Assim, aquele que deixou o programa em execução pode, em outro momento, conferir tudo o que foi digitado durante um determinado período.
Aplicativos com a função keylogging foram criados para ações perfeitamente legais, como monitorar a atividade de funcionários de uma empresa ou até para os pais checarem que tipo de conteúdo seus filhos têm acessado na internet.
Esse tipo de função também está inclusa em boa parte de outros tipos de aplicativos, como jogos que precisam monitorar o teclado para saber quando uma combinação de teclas de atalho foi acionada durante uma partida.
O perigo que representam
Mais tarde, pessoas de má-intenção passaram a usar os keyloggers para fins ilícitos. Nestes casos, o programa fica em execução na máquina e podem, sem que usuário saiba, gravar tudo o que for digitado, incluindo senha de acesso e outros dados sigilosos.
Na maioria dos casos, o PC acaba virando hospedeiro de um keylogger por causa de algum conteúdo enviado para o usuário que continha o programa disfarçado entre os arquivos. A prática de “esconder keyloggers” é usada principalmente em emails e outros tipos de conteúdo baixados da internet.
Essas ferramentas já foram grandes responsáveis por roubos milionários em contas bancárias online, especialmente no Brasil. Por esse motivo, programas desta natureza são um dos alvos primários de antivírus e antispywares modernos.
Como evitar
Assim como acontece com os demais programas ilícitos, manter um bom antivírus sempre ativo na máquina é um bom meio de detectar e eliminar este tipo de aplicação antes que ela faça algum mal. Naturalmente, os demais recursos que ajudam manter sua conexão segura, como firewall e antispyware, também são sempre bem-vindos.
Sabendo que as contas bancárias são os principais alvos dos keyloggers, praticamente todos os aplicativos de webbanking adotaram medidas preventivas, sendo o teclado virtual uma das mais efetivas.
A exigência de um número gerado por aquele pequeno aparelho, o token, também é uma boa medida, pois, sem ele, o transgressor não vai conseguir realizar operações na sua conta mesmo que ele saiba a sua senha.
Mesmo assim, boa parte dos sites que exigem uma senha e que são considerados de alta importância, como Facebook, ainda confia apenas no código digitado no teclado físico para liberar o acesso. Mas você pode remediar isso usando o próprio teclado virtual do Windows sempre que for digitar suas credenciais.
Keyloggers em forma de hardware
Lembre-se que keyloggers também podem estar na forma física, sendo dispositivos que ficam entre o cabo de teclado e a porta do computador gravando em uma memória interna tudo o que você digitar.
Nestes casos, não há como detectar a presença de um keylogger usando aplicativos de segurança no computador. Mas você pode facilmente perceber que o dispositivo está lá dando uma conferida entre o cabo do teclado e a máquina, especialmente se estiver utilizando máquinas públicas em lan houses.
Com chip de 192 núcleos, celulares ganham games com gráficos de PS4
Os smartphones deram um grande salto em termos de capacidade gráfica, trazendo jogos com visual que se aproxima dos videogames de nova geração (PlayStation 4 e Xbox One) e supera os "antigos" PlayStation 3 e Xbox 360. O Tegra K1, da Nvidia, traz 192 núcleos e tecnologia que se vê apenas em PCs de ponta com jogos de alta qualidade – transformando os dispositivos móveis em verdadeiras máquinas para games.
O processador para smartphones e tablets da Nvidia é o primeiro no mundo a ter essa quantidade de núcleos, e usa o motor gráfico de jogos de consoles, o que permite efeitos visuais, texturas de alta definição e efeitos de iluminação e de fumaça em jogos que os usuários podem carregar no bolso. De acordo com Jen-Hsun Huang, presidente da fabricante de placas de vídeo, "as pessoas vão achar que a tecnologia é extraterrestre".
O Tegra K1 traz a tecnologia de placas de vídeo Kepler, o que lhe dá o nome de K1, usada nas placas da empresa para computadores, o que eleva o visual simplório da maioria dos jogos de celular ao nível dos consoles e dos PCs. E mesmo com todo esse poder de processamento – observar um smartphone processando gráficos próximos do PS4 ainda parece algo impensável –, o consumo de energia é baixíssimo, o que não prejudicará as problemáticas baterias dos dispositivos móveis.
O estúdio Epic Games, responsável por jogos como "Infinity Blade", para iOS, levou o motor gráfico Unreal Engine 4, o mais avançado da companhia, para o Tegra K1. Com isso, rostos de personagens ganharam vida, mais detalhes e imperfeições da pele em uma demonstração exibida durante o anúncio. Em outra, em um metrô sujo, era possível ver texturas de alta definição e efeitos como fumaça, parede molhada e reflexos em metais, assim como nos jogos de consoles. Tudo parecia real.
A Epic Games publicou um vídeo que mostra a tecnologia de games de nova geração rodando em celulares.
Haverá duas versões do Tegra K1, que, segundo o presidente da Nvidia, já deve equipar tablets e smartphones no segundo trimestre de 2014: uma de 32 bit e uma de 64 bit, que virá com o processador Denver, próprio da empresa.
Resta saber quais empresas equiparão seus aparelhos a partir do segundo semestre com essa tecnologia e quais estúdios conseguirão fazer jogos com qualidade de console para eles. No teste do G1, foram usadas telas de 7 polegadas para controlar as demonstrações técnicas do Tegra K1
O processador para smartphones e tablets da Nvidia é o primeiro no mundo a ter essa quantidade de núcleos, e usa o motor gráfico de jogos de consoles, o que permite efeitos visuais, texturas de alta definição e efeitos de iluminação e de fumaça em jogos que os usuários podem carregar no bolso. De acordo com Jen-Hsun Huang, presidente da fabricante de placas de vídeo, "as pessoas vão achar que a tecnologia é extraterrestre".
O Tegra K1 traz a tecnologia de placas de vídeo Kepler, o que lhe dá o nome de K1, usada nas placas da empresa para computadores, o que eleva o visual simplório da maioria dos jogos de celular ao nível dos consoles e dos PCs. E mesmo com todo esse poder de processamento – observar um smartphone processando gráficos próximos do PS4 ainda parece algo impensável –, o consumo de energia é baixíssimo, o que não prejudicará as problemáticas baterias dos dispositivos móveis.
O estúdio Epic Games, responsável por jogos como "Infinity Blade", para iOS, levou o motor gráfico Unreal Engine 4, o mais avançado da companhia, para o Tegra K1. Com isso, rostos de personagens ganharam vida, mais detalhes e imperfeições da pele em uma demonstração exibida durante o anúncio. Em outra, em um metrô sujo, era possível ver texturas de alta definição e efeitos como fumaça, parede molhada e reflexos em metais, assim como nos jogos de consoles. Tudo parecia real.
A Epic Games publicou um vídeo que mostra a tecnologia de games de nova geração rodando em celulares.
Haverá duas versões do Tegra K1, que, segundo o presidente da Nvidia, já deve equipar tablets e smartphones no segundo trimestre de 2014: uma de 32 bit e uma de 64 bit, que virá com o processador Denver, próprio da empresa.
Resta saber quais empresas equiparão seus aparelhos a partir do segundo semestre com essa tecnologia e quais estúdios conseguirão fazer jogos com qualidade de console para eles. No teste do G1, foram usadas telas de 7 polegadas para controlar as demonstrações técnicas do Tegra K1
Nova geração de pinballs usa luzes de LED coloridas de alta definição
O que poderia melhorar nos bons e velhos pinballs? As máquinas que jogamos há décadas evoluíram pouco ao longo dos últimos anos, com as mesas ganhando novos formatos, trilhos e efeitos especiais.
Entretanto, na Consumer Electronics Show (CES) 2014, uma fabricante conseguiu fazer com que as mesas que dominavam os fliperamas entrassem em uma nova geração e se tornassem mais "acessíveis" para quem quiser ter uma dessas em casa.A Stern Pinball, fabricante dessas máquinas que tem no currículo uma mesa inspirada na banda Metallica e outra no AC/DC, lançou na CES 2014 uma nova versão desses "videogames mecânicos" que ao invés das lâmpadas tradicionais usa luzes de LED.
Com isso, a mesa ganha iluminação e cores mais definidas e efeitos especiais que abusam do som e dos sentidos do jogador: um verdadeiro avanço.
A máquina escolhida para a estreia da tecnologia de LEDs nos pinballs foi inspirada nos novos filmes da franquia "Star Trek", do diretor J. J. Abrams. Além das cores, a mesa apresenta naves e asteroides que se movem conforme a bolinha bate pela mesa.
Os desenhos que aparecem na máquina foram feitos por computador e a fabricante afirma que eles são de "alta definição". O som também é destaque dessa nova geração de máquinas e os alto falantes conseguem envolver o jogador com músicas e efeitos sonoros, todos inspirados nos filmes.
Há seis missões disponíveis, cada uma oferecendo um objetivo diferente para o jogador realize ao conduzir ou fazer a bolinha bater em determinados locais.
A Stern vende a máquina tanto para fliperamas quanto para fãs e o preço dela, que é uma edição especial, custa US$ 8,5 mil nos Estados Unidos (cerca de R$ 20,2 mil).
'Roupa' traduz movimentos do jogador para dentro dos games
Esqueça o Kinect ou outro captador de movimentos para videogames. Para poder jogar games de tiro com maior precisão, e até se movimentar para enfrentar os adversários, é bom guardar dinheiro para o PrioVR, uma "roupa" que traduz os movimentos do jogador para dentro dos games e que foi apresentada na feira de tecnologia Consumer Electronics Show (CES) 2014, em Las Vegas, nos EUA.
Composto por um colete e vários sensores que se espalham da cabeça aos pés, o PrioVR permite que o personagem na tela se mova do mesmo modo que o jogador.
De acordo com a fabricante YEI Technology, o sistema tem duas versões: uma que cobre a cabeça, o tronco e os braços e sai por US$ 300 (R$ 714), e outra que também contempla as pernas e cujo valor pode chegar a US$ 400 (R$ 952). Para dar ainda mais imersão aos jogadores, os óculos de realidade virtual Oculus Rift podem ser usados em conjunto com a roupa.
Vestir o conjunto de sensores é bastante simples: há um colete repleto de conectores em que são ligadas as partes que vão presas nos braços, na cabeça e nas pernas. Qualquer movimento que o jogador fizer é reproduzido em tempo real pelo personagem na tela. Isso significa que a pessoa terá que movimentar o corpo para conseguir realizar os objetivos do jogo.
Na demonstração vista pelo G1, foi usado um protótipo de um game com visões em terceira pessoa, das costas do herói, e em primeira pessoa, do seu ponto de vista.
Nos dois casos, o jogador podia apontar a arma para onde quisesse ou golpear os inimigos com socos ou uma faca. Usando a parte das pernas – o que não foi mostrado na demonstração que oG1 assistiu –, dá até para se deitar no chão e rolar como um soldado. Para se movimentar, o jogador usa dois controles que lembram a extensão Nunchuk do Wii Remote, joystick do Wii.
A YEI Technology afirma que o PrioVR tem um sistema de processamento próprio, o que evita que o PC precise "pensar" enquanto o jogador utiliza a vestimenta, o que prejudicaria o desempenho do game. O sistema para desenvolvedores permitirá trabalhar em jogos – ou adaptar os já existentes – com facilidade. A empresa pretende levar a tecnologia para os videogames da Sony e da Microsoft, mas ainda não há nenhum detalhe sobre a parceria.
Em 14 de fevereiro, a YEI lançará uma campanha no site de financiamento coletivo "Kickstarter" para tentar arrecadar US$ 100 mil (R$ 238 mil) e conseguir comercializar o dispositivo. Caso a meta seja alcançada, a previsão é que as vendas comecem em agosto.
Composto por um colete e vários sensores que se espalham da cabeça aos pés, o PrioVR permite que o personagem na tela se mova do mesmo modo que o jogador.
De acordo com a fabricante YEI Technology, o sistema tem duas versões: uma que cobre a cabeça, o tronco e os braços e sai por US$ 300 (R$ 714), e outra que também contempla as pernas e cujo valor pode chegar a US$ 400 (R$ 952). Para dar ainda mais imersão aos jogadores, os óculos de realidade virtual Oculus Rift podem ser usados em conjunto com a roupa.
Vestir o conjunto de sensores é bastante simples: há um colete repleto de conectores em que são ligadas as partes que vão presas nos braços, na cabeça e nas pernas. Qualquer movimento que o jogador fizer é reproduzido em tempo real pelo personagem na tela. Isso significa que a pessoa terá que movimentar o corpo para conseguir realizar os objetivos do jogo.
Na demonstração vista pelo G1, foi usado um protótipo de um game com visões em terceira pessoa, das costas do herói, e em primeira pessoa, do seu ponto de vista.
Nos dois casos, o jogador podia apontar a arma para onde quisesse ou golpear os inimigos com socos ou uma faca. Usando a parte das pernas – o que não foi mostrado na demonstração que oG1 assistiu –, dá até para se deitar no chão e rolar como um soldado. Para se movimentar, o jogador usa dois controles que lembram a extensão Nunchuk do Wii Remote, joystick do Wii.
A YEI Technology afirma que o PrioVR tem um sistema de processamento próprio, o que evita que o PC precise "pensar" enquanto o jogador utiliza a vestimenta, o que prejudicaria o desempenho do game. O sistema para desenvolvedores permitirá trabalhar em jogos – ou adaptar os já existentes – com facilidade. A empresa pretende levar a tecnologia para os videogames da Sony e da Microsoft, mas ainda não há nenhum detalhe sobre a parceria.
Em 14 de fevereiro, a YEI lançará uma campanha no site de financiamento coletivo "Kickstarter" para tentar arrecadar US$ 100 mil (R$ 238 mil) e conseguir comercializar o dispositivo. Caso a meta seja alcançada, a previsão é que as vendas comecem em agosto.
Motorola quer retomar sua participação no mercado de smartphones
A fabricante de smartphones norte-americana Motorola, filial da gigante da internet Google, aposta em uma política de preços agressiva para reconstruir sua participação no mercado dos smartphones, onde foi superada pela Apple e pela Samsung.
"O gosto dos consumidores muda e atualmente há uma corrente importante de consumidores que diz: 'Não quero pagar tanto por meu telefone'", disse nesta segunda-feira Dennis Woodside, diretor executivo da Motorola, durante uma entrevista à AFP paralelamente ao Salão Internacional de Eletrônica de Consumo (CES) de Las Vegas, o maior encontro anual do setor.
"Esta é uma grande oportunidade", acrescentou.
A Motorola busca "os próximos 5 bilhões de consumidores que não podem se permitir ter um smartphone de 600 dólares", disse Woodside.
"Haverá smartphones diferentes a preços diferentes, mas vamos ser muito agressivos", prometeu.
A Motorola acaba de reduzir, nos Estados Unidos, de 550 a 399 dólares seu modelo personalizado Moto X, lançado em meados do ano passado.
Alguns analistas viram isso como uma tentativa de impulsionar as vendas até agora decepcionantes, mas Woodside disse que responde a uma demanda real. "Quando fixamos o preço do Moto X em 399 dólares nos Estados Unidos em uma promoção, vendemos milhares de unidades em oito minutos", disse.
Apesar dos preços mais baixos significarem menores lucros, a Motorola garante ganhar dinheiro "em cada modelo" vendido.
Apesar das fortes reduções de empregos e fim das atividades após sua aquisição pelo Google em 2012, a empresa continua tendo perdas.
"Neste momento a prioridade é aumentar as vendas", disse Woodside. "Os resultados chegarão quando tivermos o nível que necessitamos", acrescentou, embora sem fixar um objetivo para voltar a ficar no positivo.
"Estamos tentando reconstruir o negócio", destacou. "Como em qualquer recuperação, testamos produtos dirigidos a um novo público".
Ele destacou que entre os consumidores que utilizam a ferramenta de personalização de cores ou as funções do Moto X, "80% tem menos de 35 anos e isso é muito diferente do perfil histórico (de clientes) do Motorola. Podemos, então, seduzir esse público mais jovem".
Woodside também expressou sua satisfação com a recepção do último modelo "low cost", o Moto X, destinado especialmente aos mercados emergentes.
Graças a esses dois modelos, a Motorola vive atualmente "seus melhores dias para os smartphones", disse, sem informar seus níveis de vendas.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Nova chance: reescolha RE6 + placa No Hope Left
Pessoal, em 6 de novembro nós divulgamos o resultado do concurso cultural Resident Evil 6, que premiou um sortudo com uma versão do jogo à escolha para os videogames PlayStation 3 ou Xbox 360 e mais uma placa comemorativa No Hope Left. Entramos em contato com o vencedor por meio da rede social Facebook, seguindo o critério do Livefyre, sistema responsável pelo intermédio de comentários do REVIL, no dia 10 de novembro. Como o vencedor não retornou a nossa comunicação no prazo previsto no item “7″ do regulamento do concurso, realizamos uma nova escolha de ganhador. Confira a seguir:
“O que você faria para proteger seus companheiros de um vírus mortal?”
NathaliaPrateado: Com certeza usaria dos conhecimentos aprendidos com os personagens de Resident Evil. Aproveitaria das habilidades de cada um dos meus companheiros para fazer prevalecer o grupo sobre o vírus, assim como Jill aproveitou de sua habilidade com os lockpicks, Rebecca com habilidades médicas, Chris com sua liderança e capacidade de manter o grupo unido, Barry com seu amor por armas, Leon com sua enorme capacidade de sobrevivência, Claire não deixaria o grupo perder a sua humanidade, Piers com sua lealdade, Ada com sua inteligência, Jake e Sherry com suas habilidades de luta e trabalho em grupo. Ao manter o grupo como unidade, com estratégia e força de vontade, não há apocalipse viral que nos impeça de sobreviver. Todos juntos prevaleceremos.
Vamos aplicar à Nathalia o mesmo prazo que aplicamos ao ganhador que divulgamos em 6 de fevereiro: 30 dias corridos para retornar o contato do REVIL , a partir da nossa comunicação. Se a ganhadora não retornar a nossa mensagem no período, vamos realizar uma nova reescolha.
Fãs trazem o modo online de Resident Evil Outbreak de volta à vida
Os fãs de Resident Evil vem pedindo à CAPCOM o ressurgimento da série Outbreak há algum tempo, e embora a empresa não tenha dado ouvidos aos gritos dos fãs, outras pessoas fizeram.
O projeto Outbreak Server Recreation é uma iniciativa sem fins lucrativos que visa trazer de volta o modo online dos spin-offs. Resident Evil: Outbreak e Resident Evil: Outbreak File #2 agora podem ser jogados com outros jogadores no modo online, por meio de servidores alternativos desenvolvidos por fãs. Tanto os servidores quanto o processo de emulação funciona apenas com as versões japonesas dos games.
Vale lembrar que embora o projeto utilize emuladores e servidores alternativos, a tolerância deles com à pirataria é zero, bem como a nossa.
sábado, 4 de janeiro de 2014
O que fazer quando a Tela Azul da Morte der as caras?
É provável que qualquer pessoa que tenha um PC com o Windows instalado conheça a famigerada BSOD (Blue Screen Of Death) ou “Tela Azul da Morte”. O nome é assustador e, é claro, tem um bom motivo: quando ela aparece, provavelmente tudo o que você estava fazendo foi perdido.
Isso porque essa tela aparece sem nenhum aviso e não permite que nada mais seja feito — é o travamento total do Windows. Ou seja, o jeito é reiniciar o computador e tentar descobrir o que causou o erro para que ele não se repita novamente. Apesar de a maioria das pessoas culparem o Windows pela BSOD, o problema é, na maioria das vezes, algum componente de hardware falhando ou algum driver incompatível com o sistema.
O diagnóstico da “Tela Azul da Morte”
Apesar de ser quase traumática, a tela azul contém informações preciosas para que possamos dar início à busca pelo causador do problema. Logo abaixo do primeiro parágrafo — “Foi detectado um problema e o Windows foi desligado...” —, você verá a descrição do que está dando problema no Windows.
Outra dica importante é prestar atenção nas palavras e códigos que vêm logo após — “Se os problemas persistirem...” —; há informações realmente relevantes ali.
As últimas linhas dão dicas técnicas para você saber especificamente o que foi detectado como problema. Esse código de erro é importante na hora de procurar a solução.
O que fazer
Alternativa 1: O primeiro passo é fazer uma análise detalhada de sua Tela Azul. É importante que você copie (ou tire uma foto) das informações marcadas na imagem logo acima para fazer uma busca na internet. Quem sabe você não encontra alguém que tenha tido o mesmo problema — e que o tenha resolvido? Uma dica importante é digitar no Google o código de erro que está localizado no campo “Technical information”, logo depois da palavra STOP.
Alternativa 2: Informações detalhadas sobre os erros também podem ser encontradas no Visualizador de eventos do sistema, que é um local onde o Windows registra todos os acontecimentos, inclusive os erros e problemas. Para fazer isso, abra o Painel de Controle e acesse as “Ferramentas Administrativas”; ali, você vai encontrar “Gerenciamento do computador”. Acesse esse aplicativo.
A tela de gerenciamento do PC vai se abrir. Do lado esquerdo, no menu, clique em “Logs do Windows”, expanda a seleção e, logo em seguida, clique em “Sistema”. Na tela principal, será possível visualizar todos os acontecimentos, sejam eles problemas ou não. Geralmente os acidentes estão marcados com um ponto de exclamação vermelho, com a data e o horário da ocorrência ao lado. Basta um clique duplo sobre o item para ter uma explicação detalhada.
Repare no exemplo a seguir: o computador está apresentando falhas por ter um problema de hardware. Mais especificamente, um erro no disco rígido.
Alternativa 3: Se você não encontrou nada, então o segundo passo é checar os drivers dos componentes de hardware que você tem em seu PC. Caso você tenha atualizado algum driver recentemente (logo antes de dar o erro), então uma sugestão é voltar o driver à versão antiga. Para fazer isso, volte ao Painel de Controle e abra o aplicativo “Gerenciador de Dispositivos”.
Procure o dispositivo que você atualizou, por exemplo, da placa de vídeo. Clique com o botão direito no driver e vá em “Propriedades”. Uma janela com informações se abrirá. Procure a aba “Driver”. Você vai ver um botão chamado “Reverter Driver”. Clique nele para voltar à versão antiga.
Alternativa 4: Outra solução é exatamente o contrário da sugestão anterior: atualize os drivers dos periféricos para uma versão mais recente, indo ao site do desenvolvedor do hardware.
Alternativa 5: A memória RAM consegue ser mais campeã de telas azuis do que você imagina. É sempre bom saber como está o funcionamento de seus pentes de memória, pois eles podem estrar apresentando erros provenientes de mau funcionamento ou até mesmo um simples mau contato. Utilize sempre programas que verificam a sua memória RAM, como o MemTest, e lembre-se de limpar frequentemente o interior do seu computador (caso ele seja um desktop).
Alternativa 6: Um frequente causador de telas azuis é o superaquecimento dos componentes, principalmente do processador. Se atingir uma temperatura muito alta, ele possivelmente vai desligar automaticamente para proteger a integridade de seus circuitos internos. Verifique a temperatura com aplicativos específicos para isso, como o HWMonitor. Caso você perceba que a temperatura está muito elevada, procure checar as ventoinhas e coolers do seu computador para encontrar os possíveis problemas.
Alternativa 7: Restaurar o Windows é uma boa opção. É por isso que é tão importante sempre criar pontos de restauração antes de fazer alguma modificação no sistema ou até mesmo antes de instalar um programa — para os mais neuróticos.
Quando nada funcionar
Se nenhuma das dicas acima funcionar, ainda existe uma opção. É possível restaurar os arquivos do Windows a partir do CD de instalação. Basta colocá-lo no drive e seguir as instruções na tela. O sistema irá reinstalar todos os itens importantes, mantendo os seus dados e documentos seguros. Mas nem sempre isso é garantia de resolução do problema, talvez você precise reinstalar o sistema do zero, partindo para uma formatação completa.
Se depois de tudo isso você ainda não conseguiu resolver pelo menos parte do problema, a última alternativa é realmente chamar um técnico de informática e delegar a responsabilidade a um profissional.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Overclock no PC
Pessoal para quem quer fazer o Overclock no seu pc, ai está explicando oque é um overclock. Eu sei que é muito grande a explicação, mais é bom vocês dar uma lida, porque isso pode ajudar e muito vocês.O mercado de componentes para computador é bastante agitado, e o avanço tecnológico, cada vez maior, garante que a cada ano dezenas de novas opções surgem, vencendo os limites de desempenho vigentes. Porém, esse suposto limite não é tão forte quanto parece, e pode ser superado. Para quebrar estas fronteiras, existe a técnica do overclock.O overclock é, basicamente, um processo no qual a velocidade de componentes específicos de um computador pessoal são manualmente aumentadas, através de configurações e instruções diretas para o hardware. A melhora de desempenho que é atingida após o processo pode variar, mas entusiastas conseguem fazer componentes antigos funcionarem como os últimos lançamentos, assim como fazem as peças mais modernas superarem os limites da tecnologia atual.O foco principal dos usuários que fazem overclock em seus PCs é no processador, na memória, no chipset da placa-mãe e na placa de vídeo. Cada um destes componentes tem um grau de sensibilidade diferente, e os efeitos máximos possíveis em cada peça de hardware variam, conforme parâmetros específicos de cada uma das peças, a respeito de tolerância a altas tensões, refrigeração e outros atributos estruturais.Uma técnica perigosaEstes fatores são cruciais no processo de overclock. Um usuário que não tem um bom conhecimento a respeito de seu hardware pode acabar danificando gravemente seu equipamento. Parâmetros que podem ser alterados no processo envolvem taxas de transferência de dados, multiplicadores de CPU e a velocidade do FSB (Front Side Bus) da placa mãe, entre outros.Os danos que podem ser causados pelo processo podem ser graves a ponto de inutilizar uma peça de hardware. Alterações na voltagem de componentes são particularmente perigosas, pois podem causar danos físicos graves no equipamento, caso as tensões configuradas sejam maiores do que aquelas suportadas pela estrutura. Por isso, o usuário deve estar completamente ciente dos limites de overclock que seu equipamento suporta.Obviamente, estes riscos são compensados pelas vantagens proporcionadas pelo overclock. O usuário precisa saber muito bem as capacidades de seu hardware, e este tipo de estudo pode acabar criando um interesse grande a respeito de tópicos avançados de computação e engenharia de hardware. O aprendizado em potencial a respeito destes assuntos é, ao mesmo tempo, uma necessidade e uma recompensa pelo interesse em overclock.Outra vantagem é o fato de que as despesas em hardware podem ser diminuídas, ao comprar uma peça mais fraca e elevá-la às capacidades dos componentes mais modernos do mercado. Porém, esta diferença de preço pode acabar sendo gasta em equipamento de refrigeração e outras ferramentas específicas para overclock. Cabe ao usuário ter bom senso a respeito de suas finanças neste tipo de procedimento.Um verdadeiro hobbyQualquer usuário que já tenha navegado em um fórum de hardware também deve ter notado que existe uma comunidade muito grande de “overclockers” ao redor do mundo. Competições são freqüentemente realizadas, nas quais os competidores tentam levar seus computadores muito além de seus limites, recorrendo até mesmo a técnicas absurdas de refrigeração, como nitrogênio líquido. Isso demonstra que o overclock pode assumir até mesmo um aspecto de hobby, uma espécie de esporte, que, graças aos riscos estruturais para o hardware, pode ser considerado “radical”.As desvantagens, conforme dito, são principalmente aquelas relativas à estrutura do hardware. Operar em níveis muito mais altos do que aqueles recomendados pelos desenvolvedores pode diminuir a vida útil de componentes, e danos relacionados a overclock geralmente não são cobertos por garantias fornecidas por fabricantes ou revendedores. Além disso, os sistemas de refrigeração, caso sejam baseados em ventoinhas, podem incomodar pelo ruído constante.Os riscos de overclock são indiscutíveis, assim como as possíveis vantagens. Usuários que descobrem este mundo geralmente se empolgam e tornam-se fãs da técnica, mas, caso você se interesse, saiba que não é algo para os fracos de coração. É um mundo que exige conhecimento, paciência, habilidade e muita vontade de aprender e desafiar os limites físicos de seu equipamento, por mais arriscado que isto possa ser.
O
Taiwan multa Apple em US$ 666 mil por fixar preço do iPhone
A Comissão de Comércio de Taiwan multou a Apple em US$ 666,7 mil por restringir os preços cobrados pelas operadoras de telecomunicações locais nos contratos para seus iPhones, na primeira vez em que a Apple é multada por tais práticas.
O regulador disse que a Apple Asia, uma unidade da empresa sediada em Cupertino, exigiu que as operadoras obtivessem sua permissão antes de firmar preços de contratos de iPhones, em uma violação das leis de livre comércio de Taiwan.
A Apple Asia também disse para as operadoras alterarem os preços e subsídios de seus contratos de serviço, de acordo com comunicado do regulador divulgado na quarta-feira, levando à multa de US$ 666,7 mil, ou 20 milhões de dólares de Taiwan.
Executivos da Apple Asia não foram encontrados para comentar a informação nesta quinta-feira.
As três operadoras, Chunghwa Telecom, Taiwan Mobile e Far EasTone Telecommunications, obtiveram direitos de revenda sob seus contratos com a Apple, o que deu às empresas o direito de estabelecer preços, disse um porta-voz do órgão regulador.
x
Dragon Age Inquisição luta para trás na PS4? RPG da Bioware tem mais responsabilidade do que nunca
Dragon Age Inquisição besta titular 's saúda a nossa chegada a moda antiga, com um bombardeio aéreo operístico de fogo. Como o nosso personagem se levanta, juntando os restos de sua barra de saúde, vemos o arco besta passado um penhasco e começar sua varredura retorno. À frente encontra-se um templo escuro - provavelmente o tipo que está cheio de Darkspawn, mas qualquer porta vai fazer em uma tempestade.É Dragon Age Inquisição de volta aos trilhos em PS4?Sprints Guy demo para ele. O dragão chega lá primeiro. Seus pés falhar em linha reta através do edifício em um borrão de pedra de repente gasoso. Não há para onde correr. O dragão se transforma, distraidamente thwacking um pilar no meio com sua cauda serrilhada, e nos brinda com o máximo de mil jardas olhar. "Onde está o seu Dragonborn agora?" Parece estar se perguntando. "Onde está o seu precioso, Dragonborn precioso agora?"Dragon Age 2 foi um passo em falso para Bioware , uma diversão, mas sobre-econômico role-jogador decepcionado com a falta de áreas e alguns pusilânime 'escolhas do jogador'. O desenvolvedor do tinha muito em sua chapa, desde então, entre Mass Effect 3 ea partida dos co-fundadores Ray Muzyka e Greg Zeschuk, ou seja, os gostos de Dogma do Dragão e The Witcher 3 ter roubado os holofotes. Inquisição agora quer se vingar. Fá-lo por levar as coisas a partir do topo.
Assinar:
Postagens (Atom)













.jpg)


.jpg)









